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A oração de Jesus implementava vontade de orar. Esta é a constatação à qual podemos chegar após lermos o texto de Lc 11.1. Jesus orava em certo lugar. Como crianças observando sorrateiramente o que o pai faz, os alunos observavam o Mestre. Após Ele orar, os discípulos o cercaram. Absortos, pediram-lhe: “Ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos”.Algo na oração jesuânica despertou neles a vontade de orar. O que poderia ser?

A oração que implementa vontade de orar é uma oração coerente. É fruto de uma prática de vida na presença de Deus. É a continuidade de um diálogo constante e ininterrupto com o Pai, robustecido cotidianamente. É a expressão verbal que é aprazível ao Senhor ouvir, pois sobe como cheiro de sacrifício vivo, resultado de uma vida agradável a Deus.

É uma oração que traz aprendizado. A oração do Pai-Nosso, formulada por Jesus, ensina-nos a nos dirigir a Deus em oração. A teologia que um cristão advoga crer é a exposta nos concílios de ordenação, mas a teologia em que ele realmente crê e vive é aquela manifestada em sua oração. Nossas orações revelam nossa teologia prática. O que as pessoas têm aprendido por meio de suas orações?

É uma oração que atrai aquele que é atraído porque atrai Aquele que atrai. Quando alguém Lhe obedece, e vive uma vida de oração, a diferença da atmosfera ao seu redor torna-se perceptível. Algo da presença de Deus se manifesta de forma imantadora. A presença de Deus na vida daquele que ora, quando ora, atrai outros.

Após o pedido dos discípulos, Jesus dá uma aula de cerca de 20 segundos sobre oração. Sua oração os fazia ter vontade de orar. Sua pregação insuflava em outros vontade de pregar. Sua vida renovava a vontade de viver. E você? Quando foi a última vez que alguém, após ouvir sua oração, pediu-lhe que o ensinasse a orar? Sua oração insufla em outros a vontade de orar? Se assim ainda não é, que tal investirmos agora em um breve momento em oração?

Pr. Henrique Ribeiro de Araújo
Gerente de treinamento e desenvolvimento JMN
(Extraído da Revista da Campanha 2014, da Junta de Missões Nacionais, pág. 39).

 

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