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Multiplique compaixão e graça PDF Imprimir E-mail

Amor é uma questão de decisão. Nossa veia latina impele-nos a tratá-lo apenas como sentimento. Contudo, o missivista João lembra-nos: “Nisto consiste o amor: em guardar os seus mandamentos” (2 Jo 6). Destarte, decidir obedecer a Deus está jungido à volição. Deus decidiu amar-nos. Moisés registra que a escolha de Israel como povo de Deus não foi fruto de mérito próprio, mas do amor e graça de Deus: “Deus não lhe escolheu porque você era muito numeroso, Israel, mas porque Ele o amou” (Dt 7.6,7). Graça é dar o que não é merecido. É alegria indizível, que encontra seu nascedouro em Deus e concretiza-se na alegria irradiante. É o trilho- irmão da compaixão, na linha do trem do amor.

Soberanamente, Deus lembra a Moisés que se compadece de quem Ele quer (Êx 33.19). Ele é o Senhor. Quando examinado isoladamente, o texto supracitado gera, no mínimo, surpresa. Porém, observado à luz do todo bíblico, compreende-se que a compaixão está intrinsecamente atrelada aos demais atributos de Deus: justiça, misericórdia, bondade. A raiz de hospitalidade pode ajudar a igreja a concretizar,em sua prática, a compaixão e a graça.

“Não vos esqueçais da hospitalidade”, lembra o autor de Hebreus (Hb 13.2). Etimologicamente, hospitalidade remete a hospital: lugar de cura, repouso, renovo; lugar de manifestação de compaixão e graça. Não prestar socorro é ilegal, assim como evadir-se ou omitir-se no auxílio ao acidentado.

Vivemos em uma sociedade adoecida pelo vírus do pecado, cansada das injustiças diárias, desesperançada pelas promessas não cumpridas. Como médicos em meio à feroz batalha, não podemos nos omitir. Cultivar a hospitalidade, sarar os enfermos do corpo e alma, renovaras forças do abatido faz parte do “ministério hospitalar” da igreja. Ele já deu a ordem: “Ide”. Que tal, como igreja, aprendendo com Ele, dizermos a estes: “Vinde”?

Pr. Henrique Ribeiro de Araújo

Gerente de treinamento e desenvolvimento JMN.
(Extraído da Revista da Campanha 2014, da Junta de Missões Nacionais, pág. 37).

 

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